quinta-feira, 28 de julho de 2011

Reflexão A Importância de ser cheio do Espírito Santo

A importância de ser cheio do Espírito Santo
Autor(a): Pr. Silas Malafaia

Podemos escolher diversas maneiras para seguir a nossa vida, mas a melhor delas é viver de forma abundante com o poder de Deus. E o segredo para alcançar esta bênção está na admoestação do apóstolo Paulo, feita em Efésios 5.18: E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito (Ef 5.18).
Após Jesus entregar Sua vida na cruz do Calvário para a redenção da humanidade, Ele ressuscitou e apareceu para os discípulos, comissinou-os a pregar as boas-novas de salvação e enviou o Espírito Santo, o Consolador, para que não ficassem órfãos nem desamparados após Ele ter voltado para junto do Pai.
Contudo, muitos cristãos não aproveitam está bênção para trilhar um caminho reto e triunfante na presença do Senhor. Preferem agir sob os próprios impulsos e esforços, achando que ser cheio do Espírito Santo é apenas confessar o nome de Jesus como único e suficiente Salvador.
É preciso muito mais que isso para ser cheio da presença do Espírito de Deus. Não basta falar em línguas estranhas ou freqüentar os cultos semanalmente. O Senhor espera mais de cada um de nós para revestir-nos com seu poder. Ele deseja que nos tornemos semelhantes a Cristo em nossa maneira de pensar, sentir, falar e agir .
Isto é um processo contínuo, um exercício diário, que visa à santificação e ao crescimento espiritual. Todos os dias somos chamados a despir-nos dos velhos hábitos e assumir a posição de novas criaturas, de filhos de Deus, tendo Jesus como referencial. Só que não podemos fazer isso pelo nosso próprio conhecimento ou poder. Dependemos do agir do Espírito Santo para alcançar este propósito, porque só aqueles que querem ter uma vida sob o controle de Deus é que alcançam as promessas do Senhor em sua totalidade. É hora de ser cheio do Espírito Santo.
Deus, em cumprimento à Sua promessa em Joel 2.28,29 e em Ezequiel 36.26,27, enviou Seu Espírito para habitar em cada pessoa que aceitou Cristo como seu Salvador e Senhor (ver Atos 1.8; 2.1-11). É pela ação do Espírito Santo que o homem é convencido de pecado, de justiça e de juízo, arrepende-se e é santificado, produzindo o fruto do Espírito -que é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gálatas 5.22,23 ARA) e recebendo dons espirituais e ministeriais, para o crescimento e a edificação dos membros do Corpo de Cristo.
O Espírito Santo é o agente responsável pelo novo nascimento, o nascimento espiritual, a regeneração do ser humano, a transformação deste em nova criatura feita à imagem e semelhança de Cristo, para tornar-se, como Ele, um filho de Deus (ver João 3.5; Tito 3.5). Em outras palavras, é o Espírito Santo quem inspira, aconselha, dirige e consola o cristão. É Ele quem deve operar em nós tanto o querer como o efetuar segundo a boa vontade de Deus (Filipenses 2.13).
Foi pela ação e inspiração do Espírito Santo que os profetas veterotestamentários falaram e agiram, revelando aos homens a mensagem e a vontade de Deus, bem como é pela orientação do Espírito que a Igreja de Jesus age e anuncia o Evangelho.
O Espírito de Deus agia na vida dos crentes do Antigo Testamento e também age na vida dos cristãos nos dias de hoje. Mas de uma maneira mais plena, pois não está mais restrito apenas àqueles que presidem sobre outros, mas a todos que fazem parte do Corpo de Cristo.
Entretanto, existe uma diferença entre ser habitação do Espírito e ser cheio do Espírito. Depois da conversão, o coração passa a ser templo do Espírito. Só que este deve ser o Senhor de tudo, com plena liberdade para operar em nós para a glória de Deus. Ele deseja que vivamos de forma transbordante com a presença do Espírito Santo. Só assim conseguiremos testemunhar com autoridade as boas novas à humanidade e sermos vitoriosos sobre o pecado, o mundo e o diabo.
O Espírito Santo é o nosso combustível, o nosso guia, o nosso intercessor! Podemos ser prósperos financeiramente e ter todos os bens materiais desejáveis, mas se não nos enchermos da presença do Espírito de Deus seremos como um carro sem gasolina. Não funcionaremos e não cumpriremos os propósitos para os quais fomos chamados.
Além disso, devemos ser cheios do Espírito Santo: 1) porque um lugar vazio pode ser mal ocupado, trazendo morte e destruição; 2) porque precisamos de amadurecimento espiritual para atingir a estatura de Cristo; 3) porque só uma pessoa cheia do Espírito Santo é mais do que vencedora e estará apta a encontrar-se com Cristo, quando Ele vier buscar a Sua Igreja.
Em suma, encher-se do Espírito é o segredo da vitória em todos os aspectos da nossa vida. O Senhor deseja que Seus filhos sejam cheios do Espírito Santo agora mesmo. Se não estivermos preparados e revestidos de Seu poder, dificilmente desfrutaremos as bênçãos divinas na terra e, muito menos, no céu, ao lado do Pai por toda a eternidade.
Para alcançar este propósito, a primeira coisa a fazer é ter o desejo de ser cheio do Espírito Santo (Mateus 5.6); é querer ardentemente ter comunhão com Ele, ansiar em ser controlado e fortalecido por Deus. Você quer ser cheio do Espírito Santo? Então busque isso.

André Valadão Pela Fé.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Reflexão Autoridade de Jesus.

A autoridade de Jesus

A autoridade de Jesus

João A. de Souza Filho
Março de 2010

"Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas" (Mc 1.22).

Este texto sempre me impressionou, e tentei responder a mim mesmo por que o povo ficou tão impressionado com a autoridade de Jesus? Jesus era diferente dos escribas em sua maneira de viver e de ensinar.
Em que consistia a autoridade de Jesus? Parece-nos que não era porque pregava gritando como alguns pregadores; nem porque ficava fazendo coreografias na frente do povo. Ele não era sapatinho de fogo para impressionar as pessoas com frases de efeito compiladas ao longo dos anos. Os pregadores sapatinho de fogo não têm nada a dizer, por isso repetem, quais papagaios o que outros pregadores disseram em suas mensagens.
Caso as observações fossem feitas nos dias de hoje, o povo diria que Jesus fala como quem tem autoridade e não como os pregadores que estão em evidência. Obviamente que não vou dizer os nomes aqui.
E meditando neste texto concluí assim:
1. Ele conhecia o tema. Jesus sabia o que estava falando. Diferentemente de muitos pregadores que não dão profundidade e nem demonstram conhecimento do que falam. O conhecimento do tema dá autoridade ao pregador. Uma congregação inteligente sabe detectar quando o pregador tem conhecimento do que fala.
É comum pastores ocupados recorrerem à Internet para conseguir uma mensagem de última hora (e recorrem à Internet ali mesmo no gabinete da igreja, dez minutos antes de subirem no púlpito), e a congregação percebe. Outro dia elogiei um pastor a um grupo de pessoas pela excelência da pregação dele. Uma menina excepcional, com síndrome desde seu nascimento, me disse: "Eu já vi essa mensagem na Internet". Pregadores! Cuidado! A congregação para a qual você prega é tão ou mais inteligente que você.
2. Jesus falava com firmeza e convicção. Não vacilava nem titubeava. O tom de voz é importante, mas não é suficiente. Agora, tom de voz com firmeza e conhecimento do tema é importante. Pregadores há que têm voz firme quando falam, mas carecem do conhecimento do tema. Parecem cães de guarda que latem, mas não atacam. Sempre que falar, esteja ciente de que seu tom de voz é importante para a congregação.
3. Jesus falava respaldado por algo maior e mais poderoso: O Pai que o enviara! Jesus falava debaixo de autoridade. O homem de Deus que prega a verdade e que firma o que diz nas escrituras sagradas tem por trás de si todo o exército celestial apoiando-o e o sustentando espiritualmente. "Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!" (Mc 1.27).
4. Jesus conhecia a palavra de Deus. O maior respaldo que um pregador tem é o da palavra de Deus. Se o pregador se firma em conhecimento humano, em sua sabedoria e técnicas de auditório e não no conhecimento da palavra de Deus, sua palavra será vazia e oca, apesar de bela e impressionante.
Os judeus queriam saber quem outorgou a Jesus autoridade para curar e expulsar os demônios, "e lhe perguntaram: Com que autoridade fazes estas coisas? Ou quem te deu tal autoridade para as fazeres?". E ele lhes retrucava: "Eu vos farei uma pergunta; respondei-me, e eu vos direi com que autoridade faço estas coisas" (Mc 11.29).
Como não conseguiam responder a Jesus, tampouco Jesus lhes falou de sua fonte de autoridade. Mas, todos sabemos. Sua autoridade provinha do conhecimento que tinha da palavra de Deus e de sua comunhão com o Pai.
                                                         

Lágrimas no olhar. Marquinhos Gomes

terça-feira, 26 de julho de 2011

Reflexão

Andando sobre as águas
Autor(a): Nova Geraçao

Provavelmente você já leu ou ouviu aquela passagem do novo testamento em que Jesus aparece para os discípulos andando sobre as águas no meio de um vendaval (Mateus 14:22-33). Os discípulos apavorados pensaram que era um fantasma e Pedro querendo "tirar a história a limpo", disse: "Mestre, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas" e a bíblia relata que ele andou sobre as águas pra ir ter com Jesus. No entanto, diante dessa experiência sobrenatural veio um vento forte que amedrontou Pedro o fazendo afundar; Jesus estava ali e o ajudando também o advertiu: "Homem de pequena fé, por que duvidaste?".
Eu sempre enxerguei nessa palavra, a falta de fé de Pedro ao afundar mesmo tendo Jesus do lado dele, contudo, há um tempo ouvi uma pregação que me fez olhar para a atitude de Pedro com outros olhos. Ninguém teve a coragem que Pedro teve para descer do barco. Tamanha foi a sua ousadia naquela situação, visto que ele quis ter uma experiência sobrenatural com o Senhor. Muitas vezes pra ter uma experiência nova e sobrenatural com Deus é necessário fazer algo inédito, algo que ninguém teria coragem de fazer. Você pode ser chamado de louco, alienado, sonhador ou qualquer outra coisa, mas isso é fundamental pra que você experimente o sobrenatural de Deus em qualquer área da sua vida.
Deus permitiu que Pedro afundasse pra eliminar dele o sentimento de onipotência e todo sentimento de superioridade em relação aos outros discípulos. Quando o ser humano conquista algo, tem experiências com Deus ou é colocado em um lugar de honra, a soberba e a vaidade tentam se achegar ao coração, com elas vêm o sentimento de superioridade, de achar que não precisa mais de Deus e de que é melhor caminhar sozinho. Justamente por conhecer a nossa estrutura e a nossa natureza é que Deus permite esses pequenos naufrágios, entretanto Ele sempre está por perto pra nos estender a mão e nos colocar de pé (Salmos 103:13-14).
Por medo de afundar muitos jovens perdem oportunidades grandiosas que Deus lhes proporciona. Experiências novas com Deus, os sonhos, as promessas, os relacionamentos... Para se realizar em qualquer área da sua vida você precisa de coragem, você precisa sair do barco e ir ao encontro de Jesus. Se nesse caminho por cima do mar você tiver medo, o Senhor estará do teu lado dizendo: "Não temas", se você quiser desistir, Ele dirá: "As minhas palavras não hão de passar" e seja qual for a sua necessidade, Deus suprirá todas elas.
Não perca as chances da sua vida por medo de descer do barco, por medo de obedecer, medo de tentar e até medo de sonhar. Não tenha medo de pregar a palavra e de executar o ministério que Deus te confiou. Saiba que se o vento soprar forte e você sentir medo, é permissão de Deus pra que você lembre que com Ele por perto "o vento vira brisa, e o mar, chão para os seus pés".
E aí? Segure firme nas mãos de Jesus e com Ele, na direção dEle, caminhe sobre as águas!

thalles roberto na marcha pra Jesus

thalles roberto

Evento na ICPB de Aguazinha no dia 13-08-2011.

Louvorzão na Igreja sede de Aguazinha, convido a todos a louvar e glorificar o nome do senhor Jesus.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

David Quilan

Em Tuas Mãos.

ministério de louvor avivamento da fé.

Leonardo gonçalves

Ele não desiste de voçê

marquinhos gomes

Para orar bem, você precisa desejar o mesmo para a vida dos outros.

Para orar bem, você precisa desejar o mesmo para a vida dos outros.

Para orar bem, você precisa desejar o
mesmo para a vida dos outros.
 "O pão nosso de cada dia, dá-nos hoje".  Por que não o "meu pão", mas sim o "pão nosso?"  Porque na oração do Pai Nosso existe a idéia de corpo.
 Pai nosso (plural), pão nosso (plural), perdoa nossas dívidas (plural), livra-nos (plural). Isso é solidariedade. Se você ora apenas pensando em você, então você pode não estar orando bem.  Há pessoas cujas orações giram em torno das expressões: "Senhor - o meu carro... Senhor - o meu pão... Senhor - a minha casa... Senhor - o meu dinheiro... Senhor - a minha roupa... Senhor - os meus sapatos... Senhor - a minha conta bancária... Senhor - o meu..., Senhor - o meu...". E o do outro? De um modo passivo, acabamos expressando algo como que "se vire", pois o importante é que eu esteja bem. Pode estar certo de que isso não agrada a Deus.
 Sabe qual é a vontade do Senhor? Que você seja a causa da salvação de muitos.  Não é o meu pão, mas é o pão nosso de cada dia. Não é apenas o perdão para os meus pecados, mas é o perdão para tantos outros que eu quero bem; não é só o livramento para a minha vida, mas é para todos aqueles que estão sendo tentados e precisam da proteção de Deus.
 Deus não vai parar para ouvir a oração feita por um coração avarento, egoísta, ególatra, presunçoso, orgulhoso, petulante e narcisista. Jamais. O evangelho é uma mensagem de solidariedade. A Bíblia é um livro solidário, a ponto de, em Provérbios, estar escrito: "A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado" (Pv. 11:25). A Palavra do Senhor diz: "... dai, e dar-se-vos-á; boa medida,  recalcada, sacudida,  transbordante, generosamente vos darão..." (Lc. 6:38).  A Bíblia nos ensina a priorizar o outro. Se não houver, no seu coração, nenhuma predisposição à solidariedade, então pare e ore de outra forma:  "Senhor, coloca no meu coração um sentimento de liberalidade e de solidariedade".
 Quantas pessoas preferem ver a roupa apodrecendo no guarda-roupa a compartilhar com quem tem menos? Quantos preferem ver os sapatos mofando na sapateira a dá-los a quem pode menos? Quantos não tratam o cachorro com filé mignon e não tem coragem de oferecer um prato de sopa a alguém que bate na porta pedindo um pedaço de pão velho para comer? Quantas pessoas, dentro da própria família, vê o cunhado, o sogro ou  a sogra passando privações, mas "dá de ombros", e diz: "E eu com isso?"; depois se deita e ora: "Pai Nosso que estás nos céus..." Deus sente repugnância por esse tipo de coisa. Nesses casos, Sua vontade é de gritar: "... porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca..." (Ap. 3:16). Como orar o Pão Nosso, se eu só me preocupo com  a minha mesa? Como orar se eu só me preocupo com a minha casa, minha conta, minha cama, o meu..., o meu..., o meu...? Preciso estender a mão solidariamente, dizendo: "Dá-me mais pão porque eu quero dá-lo a quem precisa". Alguém disse: "Quando você morrer, não levará nada do que acumulou, só aquilo que você doou".

Porque podemos ter a certeza da salvação.

Por que podemos ter certeza da salvação
Autor(a): Hernandes Dias Lopes

Os estudiosos dizem que a Carta de Paulo aos Romanos é a cordilheira do Himalaia de toda a revelação bíblica. Se Romanos é a cordilheira do Himalaia, então, Romanos 8 é o pico do Everest.  Em Romanos 8.29,30 Paulo faz cinco afirmações gloriosas, que são o fundamento da certeza da nossa salvação.
1. Deus nos conhece de antemão (Rm 8.29). Antes de Deus lançar os fundamentos da terra, acender as estrelas no firmamento e chamar à existência as coisas que não existiam, Deus já havia colocado o seu amor em nós, e nos conhecido como seu povo amado. O verbo conhecer tem o mesmo significado de "amar". O amor de Deus é eterno, imutável e incondicional. Ele nos amou em Cristo, seu Filho amado, desde toda a eternidade.
2. Deus nos predestina para a salvação (Rm 8.30). Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi ele quem nos escolheu. Nós amamos a Deus porque ele nos amou primeiro. Deus nos predestinou não porque previu que iríamos crer em Cristo, cremos em Cristo porque ele nos predestinou. A fé não é causa da eleição divina, é sua consequência. Eu não fui eleito porque cri, eu cri porque fui eleito. Deus não nos predestinou porque previu que iríamos ser santos. Nós fomos eleitos não por causa da santidade, mas para sermos santos e irrepreensíveis. A santidade não é a causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos elegeu para a salvação porque previu nossas boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. As boas obras não são a causa da predestinação, mas sua consequência. A nossa salvação é obra exclusiva de Deus para que toda a glória pertença a Deus.
3. Deus nos chama com santa vocação (Rm 8.30). Aqueles a quem Deus conhece e predestina, a esses também Deus chama e chama eficazmente. Há dois chamados: um externo e outro  interno; um geral e outro específicio; um dirigido aos ouvidos e outro dirigido ao coração. Jesus diz que as suas ovelhas ouvem a sua voz e o seguem. A voz de Deus é poderosa. Os eleitos de Deus podem até resistir a essa voz temporariamente, mas não finalmente. O mesmo Deus que nos elege na eternidade, tira as vendas dos nossos olhos, o tampão dos nossos ouvidos, retira o nosso coração de pedra e nos dá um coração de carne. Ele mesmo opera em nós o querer e o realizar, abrindo nosso coração, dando-nos o arrependimento para a vida e a fé salvadora.
4. Deus nos justifica conforme sua graça (Rm 8.30). Aos que Deus conhece, predestina e chama, também justifica. A justificação é um ato e não um processo. Acontece fora de nós, no tribunal de Deus, e não em nós. A justificação não tem graus, todos os que creem em Cristo estão justificados de igual modo diante do tribunal de Deus, por causa do sacrifício substitutivo de Cristo.  Aqueles que estão justificados estão quites com a justiça de Deus e com as demandas da lei de Deus. Não pesa sobre eles mais nenhuma condenação. Toda a infinita justiça de Cristo é deposita em sua conta.
5. Deus nos glorifica para a bem-aventurança eterna (Rm 8.30). Aqueles que são amados e predestinados na eternidade e salvos no tempo desfrutarão da bem-aventurança eterna. Embora, a  glorificação dos salvos seja um fato futuro, que se dará na segunda vinda de Cristo, na mente de Deus e nos decretos de Deus já é um fato consumado. Aqueles que crêem em Cristo e estão guardados nele têm a garantia do céu. Nada nem ninguém poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo. O apóstolo Paulo diz que aquele que começou a boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. Que Deus seja louvado por tão grande salvação!

Cultos na igreja ICPB Ouro Preto.

Olá Irmãos, segue aqui os horários dos cultos na Igreja ICPB Ouro Preto:
Quarta-feira: 19:30 às 21:30 ( Culto de Louvor e Adoração)
Sexta-feira: 19:30 às 21:30 ( Culto de Doutrina e Oração)
Domingo: 19:00 às 21:00. ( Culto de Louvor e Adoração)

Leitura Bíblica

Salmo 124
Autor(a): Nova Geraçao

Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Rm 8.31b)
Quando acontece algo que não esperamos, mesmo assim devemos continuar crendo que Deus está presente. Após uma tempestade podemos dizer: “Se o Senhor não tivesse nos protegido...” Essa foi exatamente a posição do salmista. Ele olha para a história da sua vida e de seu povo e vê quantas vezes passaram por situações difíceis. O autor não se preocupou em defender Deus nem duvidou de sua existência, mesmo quando os dias foram maus.
Ele percebeu a importância da presença de Deus quando as coisas aconteceram em sua vida, creu e então exclamou: se o Senhor não estivesse do nosso lado! Lembrando disso, pôde con-tinuar sua caminhada porque Deus esteve presente e o ajudou.
Analise seu passado e veja que Deus esteve sempre presente. Daqui para frente não duvide, mas creia que quando os inimigos se levantarem contra você, o Senhor o ajudará. Não esqueça que, se Deus não estivesse ao seu lado, você teria sido destruído.
Talvez o salmista tivesse em mente a passagem pelo Mar Vermelho. O povo de Israel tinha sido liberto da escravidão no Egito, mas não estava totalmente livre do exército ini-migo. Se não fosse o Senhor, estariam perdidos. Assim como Deus ensinou a Moisés o que fazer, também mostra ao cristão a saída. O que teria sido de nós se o Senhor não estivesse conosco quando estávamos di-ante de um grande “mar” de desgraças?
Deus não me abandonou no momento em que mais precisei dele. A beleza deste salmo é que ele não fala que enquanto estivermos neste mundo vamos ficar completamente livres de lutas. O cristão passará por muitas situações difíceis, e para ele só até insuportáveis. Mesmo que tenha a promessa da vida eterna, pe-regrina nesta vida enfrentando dragões enfurecidos, inimigos e mares bravios. Bendito seja o Senhor que está presente e faz milagres em nossa vida. - JG
Com o Senhor ao lado, superamos qualquer circunstância.

REGRAS DO BLOG.

Informo  que neste blog só serão usadas palavras Lícitas,ao contrário disto seu comentário postado será excluído. Deus vos Abençõe!